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7 de abr de 2009

Um conto para a alma...



 Kansas - Dust In The Wind


Então ela cerrou os olhos...
O ano era dela, o mês era esse a soma do dia era 1... Inicio!
A sala de cinema escura, e com a temperatura fria por causa do ar condicionado, a impulsionou. Não sabia explicar aquela sensação, não sabia dizer o que sentia... não havia chão... não havia certo nem errado, havia apenas o pulsar do seu coração e do outro.
Silêncio... um certo constrangimento e um desejo latente a gritar nos corpos.
O beijo demorado, cálido, revelando um amor até então guardado em silêncio. Um silêncio apaixonado.
Tudo o mais perdeu o sentido, O único sentido era amar. Amar era a palavra de ordem... amar era o verbo, amar era a necessidade. Amar era a verdade.
O corpo estremecia a cada toque, eram mãos, bocas, suspiros, mais beijos.
Do filme ela nada viu, mal lembrava-se do titulo... Mas do cinema jamais esqueceria...
Tinha sido atrevida, ousada... tinha sido apaixonada, tinha sido ela mesma.
Saiu de lá com o corpo tremulo e o sexo em brasa, o desejo gritava em sua pele. O amor mal cabia em seu coração.
Estava tonta...
Mas tinha a certeza de que seria pra sempre.
Não considerou que o "pra sempre, sempre acaba". Queria viver e apenas amar!!
E viveu, viveu o que pode, viveu como pode, amou desenfreadamente, entregou-se com luxuria e com delirio, viveu, viveu, viveu...
E morreu de tanto amar...



Amor à todos
Beijos na alma

Um comentário:

Anônimo disse...

LINDO, LINDO, LINDO!!
SOU APAIXONADA PELA TUA ESCRITA, SEJA ELA, DESABAFO, ACASO OU CONTO.
FICOU LINDO ESSE TEXTO.
SENTI ELE DENTRO DO MEU CORAÇÃO.

TE ADORO.
SAUDADES!!
ASSIM QUE FOR AO BRASIL QUERO TE VER PRA MATAR A SAUDADE.

BJKS

AMANDA