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25 de abr de 2009

Ainda em silêncio...




 Ana Carolina - Aqui


Ando repensando... Ouvindo... sentindo...
Hoje descobri um novo item pra a minha vasta listagem de desqualificações...
Prepotente!!!
Me assusta a visão que as pessoas tem de mim.
Acho que tenho cometido erros miseráveis...
Mas ainda não me vejo um ser tão ruim...
Tenho sempre dito, não é O QUE se fala, mas COMO se fala que faz diferença.
E hoje, notei que além de ser COMO se fala, é também QUEM fala que faz doer mais ou menos. Mas aprendemos. Isso faz valer a pena.
Qual é o maior erro??
Amar-se demais, talvez... Amar demais certamente... Proteger-se e proteger de si.

Lágrimas e sentimentos. Reflexão.
Dureza dos dias.

Amor á todos.

Beijos na alma.

22 de abr de 2009

Lampejo



 Isabella Taviani - Canção para um grande amor!



Quem falou que ser gente grande era fácil???
Hoje tudo aconteceu. Num lampejo, vi meu futuro se misturar com meu presente e quando a poeira se dissipou, não havia nada... Nem eu.
De repente percebi que estava sendo fake de mim mesmo.
Como um paralelo do que eu fui, para o que eu gostaria de ser e para qualquer coisa que há de mim.
Notei que eu tinha perdido características, qualidades, capacidades, habilidades...
É... também não sei o que restou...
Estou no meu inferno astral, e ele veio INFERNO astral mesmo...
Ufa. Lá vou eu pra mais um daqueles momentos loucos ( do tipo só acontece comigo...). Tomara que as lições sejam poucas porque a dor de aprende-las esta sendo enorme.
Sei lá porque, mas eu fui me perdendo pela vida.
Achava que eu era uma grande mulher.
Puxa, crio 3 meninos sozinha, trabalho pra cacete, durmo quase nada por causa da maldita insônia, mas to ali. As vezes quero parar e estagnar, mas não paro!!! Só não vi que precisava de mais.
Descobri que fui ficando acomodada, virando peso morto pra todos a minha volta. E doeu! Doeu perceber que tenho falhado como pessoa.
Percebi que fui deixando de falar coisas que sentia, coisas que eram verdade, percebi que fui sufocando sonhos, sentimentos, e por isso fui deixando todo o resto também. Meio inconsciente mesmo.
Hoje tive uma daquelas conversas bem doloridas com quem eu amo, e apesar das coisas que não foram ditas, eu percebi que falhei...
Apesar das palavras amenizadas e presas na garganta pra não me me ofender... eu entendi pensamentos.
Apesar dos atos de grosseria na tentativa mais pura e cheia de amor pra me afastar, assim dói menos, eu vi suaves intenções...
Essa sensibilidade aflorada pode ser quase uma maldição, não fosse ela um belo dom.
O fato é que lá estava eu, olhando pra mim mesmo, e percebendo que o fake tinha vida, mas eu não mais...
Perdi momentos, chances, oportunidades e nem me dei conta. Estava ocupada demais esquecendo de somar...

A todos que me suportaram nos momentos onde fui peso morto, meu muito obrigada pela paciência e minha sinceras desculpas...
Depois desse desabafo, aviso aos leitores ( almas nobres) de plantão. Que vou silenciar um pouco. Sabe como é... Hora de rever conceitos.
Sou bicho ferido, auto-ferido, e assim não sou boa companhia.
Prometo que logo, logo, renovada, e em um lampejo de bom senso, retorno.

Amor à todos

Beijos na alma.

19 de abr de 2009

Limpando sentimentos...



Jorge Vercilo - Amanheceu



Hoje quero soltar as palavras em um ataque verborrágico, quero dizer como senti por muito tempo tanta coisa, e quero libertar as palavras que não puderam ser ditas.

Há muito tempo busquei, como uma suplica, a tua presença.
Tempo esse, que não pode ser contado em dias, meses ou anos...
Encontrei, certa vez, em minhas preces uma resposta. Cada palavra era um presente da vida e dizia:
" Agora é hora de chorar. Senta à beira do caminho e chora. Quando estiveres pronta, ergue a mão e eu te carregarei."
Era a minha segurança.
Em meus momentos, suplicantes, frívolos, magoados, entristecidos, esperançosos e apaixonados, o "continuar" vinha da certeza desta frase.
Havia algo no fim do caminho.
Sei que muitas vezes desacreditei. Não vi a essência da vida, não vi sua capacidade.
Me afastei daquilo que mais buscava. Se houve razões já as desprezei.
Faltou-me fé.
Mas quando, por fim, as coisas ficaram claras, e ergui a mão, já não havia mais nada lá... Não havia alguém para me carregar.
E eu te busquei.
Acreditei na promessa do eterno. E te busquei.
A tua ausência me deixou no vácuo da minha própria existência. Em meus sonhos passaram a habitar temores, passei a crer que era falta da tua presença.
Mas não havia mais nada.
Já não te sentia mais, nem em mim... E meu desejo de liberdade virou uma necessidade.
Meu corpo se desfez em palavras, lamentos e lágrimas. E se refez!
E apesar de tudo, um novo dia veio, e vieram outros. E, apesar de tudo, após cada noite insone e dolorida um novo dia surgia, um novo dia ainda surge.
Minha fé foi resgatada, minha própria essência exibe-se, permaneço de pé e sozinha, e caminho.
Ainda ergo as mãos, mas apenas para tocar o vento.
E, sigo em minha estrada de tijolos, nada, amarelos.


Amor à todos
Beijos na alma

PS: Esse texto foi postado a pedido do meu irmão João. ( sabe-se lá porque ele gostou tanto...) Era mesmo só um desabafo desses que a gente faz apenas para a gente mesmo... Enfim, já que está aí postado aproveito para dizer que está dedicado!!
Quem puder compreender que o faça!

17 de abr de 2009

Introspecção...



Maria Bethânia - Baioque



Justo eu que falo tanto, hoje, procuro palavras para expressar o que sinto, e não encontro...
A poesia dos meus dias anda escondida, em algum canto do meu sentir.
O brilho do sol, o cinza das tardes frias e o sereno da noite, que tanto me encantam, já não causam o efeito do lirismo que faz minha alma despir-se.
Ando por aí... Ando por aqui...
Ando passeando por mim, buscando respostas.
Estas noites insones que fazem parte do meu existir andam desequilibrando meus processos (necessários) de verborragia.
O silêncio passa a me tocar carinhosamente, me convida (de forma insistente) a voltar ao escuro, protegido e quente lugar da minha toca. E eu que sou mesmo bicho solto sem rédeas e nem correntes me recolho devagar...
Não tenho mesmo pressa, para a desilusão.
Ando àtoa... Nos passos dos meus sentimentos saio sem rumo certo.
Gritei tanto que fiquei sem voz, mas meu grito seco ecoou nesse abismo que sou.
Chorei tanto que sequei lágrimas e esperança, desiludi ideias vãs...
Meu corpo febril e assustado encolheu-se e encontrou-se.
Eu senti medo e não declarei. Senti saudades e me calei. Senti raiva e rasguei minha alma. Meu amor eu afastei...
Eu estive só por tanto tempo que aprendi a me fazer companhia, e quando tudo o mais vacilar eu estarei lá.
Eu queria apenas esquecer... Mas nessa tentativa de esquecimento mais eu me lembrava. Preciso de canções.


Amor à todos
Beijos na alma.

PS: Esse post é um enigma... adivinhe se puder.

11 de abr de 2009

Desabafo...



Ney Matogrosso - Um Pouco de Calor


Essa noite não consigo dormir...

Sinto meu coração pesaroso entristecido. Não consigo acalenta-lo, não consigo dizê-lo tranquilo. Na verdade todo meu corpo se agita, me intranquiliza por completo. Minha alma esta saudosa de um sei que lá, que não posso definir.
Por vezes, me sinto distante da humanidade. Correndo em círculos por uma série de dimensões que nada possuem de mim ou de outro sequer.
E tenho medo. Um medo tão nefasto, pavor.
Medo de errar, medo de acertar, medo de ferir, medo da minha própria ferida.
Queria gritar ao mundo minha angústia desta outra noite em claro, mas sequer consigo traduzir em meras palavras essa desalinho de pensamentos e de sentimentos que me ferem a carne, assim como me ferem o espírito.
Estou só, terrivelmente, imensamente só.
E mesmo sabendo que você está aí, ainda assim estou só.
Minha transitoriedade de sentimentos e pensamentos vai me cortando em mil pedaços tão menores, tão ínfimos que acho que jamais conseguirei me unir novamente.
Mente turva,,, Alma enegrecida.
Vago em desespero por minhas duvidas... Não há repostas nem em mim, nem para mim. Somente mais silêncio.
Mais silêncio do que minha sanidade necessidade, mais silêncio do que as duvidas me causam, mais silêncio do que meus ouvidos podem suportar.
Uma noite de duvidas e sentimentos lancinantes...
Cerro os olhos numa tentativa desesperada de adormecer. Meu único desejo, nesse instante, é ver raiar o dia...


Amor á todos

Beijos na alma

7 de abr de 2009

Um conto para a alma...



 Kansas - Dust In The Wind


Então ela cerrou os olhos...
O ano era dela, o mês era esse a soma do dia era 1... Inicio!
A sala de cinema escura, e com a temperatura fria por causa do ar condicionado, a impulsionou. Não sabia explicar aquela sensação, não sabia dizer o que sentia... não havia chão... não havia certo nem errado, havia apenas o pulsar do seu coração e do outro.
Silêncio... um certo constrangimento e um desejo latente a gritar nos corpos.
O beijo demorado, cálido, revelando um amor até então guardado em silêncio. Um silêncio apaixonado.
Tudo o mais perdeu o sentido, O único sentido era amar. Amar era a palavra de ordem... amar era o verbo, amar era a necessidade. Amar era a verdade.
O corpo estremecia a cada toque, eram mãos, bocas, suspiros, mais beijos.
Do filme ela nada viu, mal lembrava-se do titulo... Mas do cinema jamais esqueceria...
Tinha sido atrevida, ousada... tinha sido apaixonada, tinha sido ela mesma.
Saiu de lá com o corpo tremulo e o sexo em brasa, o desejo gritava em sua pele. O amor mal cabia em seu coração.
Estava tonta...
Mas tinha a certeza de que seria pra sempre.
Não considerou que o "pra sempre, sempre acaba". Queria viver e apenas amar!!
E viveu, viveu o que pode, viveu como pode, amou desenfreadamente, entregou-se com luxuria e com delirio, viveu, viveu, viveu...
E morreu de tanto amar...



Amor à todos
Beijos na alma

6 de abr de 2009

NEOQEAV




 quilherme e santiago - Quem Ama Uma Vez Não Deixa De Amar



Meus avós já estavam casados há mais de cinquenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "Neoqeav" na última folha e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.
"Neoqeav" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.
Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.
Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.
O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.
Vovó partiu.
"Neoqeav"foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.
Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:
"Mas o que Neoqeav significa?"
Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você = "NEOQEAV"




Recebi esse texto de uma amiga muito querida, e de tão belo ficou impossível não dividir... Infelizmente não sei quem é o autor, se alguém souber me avisa!!!

Amor à todos

Beijos na alma

PS: Pra você que fez tanta diferença, pra mim, em mim e por mim. A vida me deu muitos presentes, mas você com certeza foi o maior de todos. Obrigada... Pelo carinho, pela ajuda, pela amizade, pelas lágrimas, pelas declarações, pelas crises de ciumes e telefonemas no meio da madrugada.
A vida muda de rumo todos os dias, e saiba não importa o amanhã, porque você é pra sempre em mim!!
NEOQEAV!!!!!!

3 de abr de 2009

Sonho meu...




gonzaguinha - o que é o que é



Quando eu era pequenina, eu tinha grandes sonhos...
Seria professora!! Das boas!
Depois de um tempo sonhei em ser médica. Eu era ótima em diagnosticar os males das minhas bonecas.
Já quando estava maior, sonhei com advocacia. Eu era perita em defender os direitos dos meus amiguinhos injustiçados. Argumentação não me faltava.
Quando adolescente, sonhei em ser Jennifer Beals, e reproduzir os passos de flash dance.
Já adulta, sonhei com a única coisa que realmente fazia diferença em meu mundo particular, e faz até hoje.
Sonhei plenitude de viver!
Caminhei por essa vida, muitas vezes solitária (grandes momentos...), as vezes caminhei com companhia, e as vezes mesmo acompanhada estava só.
Mas a vida, em toda sua imensa habilidade em ensinar, é uma caixinha de surpresas e esta sempre proporcionando as grandes realizações.
Percebi que:
Já fui professora, ensinei pessoas a ler, escrever, contar. E ensinei, a muitos que encontrei no meu caminho, sobre amor, crescimento, auto-conhecimento, ensinei também sobre dor e saudade.
Fui, também, médica. Das boas... Cuidei de dores, cólicas, dodóis, dentes caindo. Cuidei, ainda, de amores mal resolvidos, magoas, duvidas e lembranças.
E fui advogada. Briguei pelo meus interesses, resolvi questões judiciais minhas e de outros. E cuidei ( por vezes de forma prática) do direito à vida, à alegria e ao amor.
E não... eu não fui Jennifer Beals...
Mas fui dançarina a meu próprio modo. Bailei em juergas, rumbas e passos gitanos, mostrei a delicadeza e sensualidade dos meus passos em sambas de gafieira, salsas e arrisquei tangos. E, bailei passos de dedicação, carinho e entrega.
Aprendi que sempre há razões e lições.
Por vezes falhas, vezes doloridas, vezes quase incompreensíveis. Mas valiosas. Sempre!
Realizei nesse aprendizado o meu maior sonho.
Encontrei plenitude de viver!
Isso vai além de status, valores, conceitos... Isso é intensidade, verdade, sinceridade, Isso é o absoluto!!
Isso é alma nua, plena de si mesmo. Isso é viver!!!

Amor à todos

Beijos na alma

1 de abr de 2009

Engrenagens




 Extreme - More than Words



Recomeço!!
Férias findas, decisões tomadas, caminhos determinados.
É chegada a hora de continuar a caminhada.
Passei por um grande momento em minha vida!
Essas férias foram decisivas para o caminho a trilhar daqui pra frente. Perdi uns, ganhei outros...
Aprendi nos últimos dias que assumir os sentimentos é a melhor forma de seguir adiante. Só assim é possível continuar.
Revivi dores que achei que haviam passado, chorei magoas esquecidas e saudades encobertas...
Me lembrei de anjos, e de pessoas, me lembrei de erros e pedidos de perdão e me lembrei de chances que não foram dadas... palavras que não foram ditas... sentimentos que nao foram expressados...
E aqui estão expressos,agora, da única forma que sei fazer... usando minha verdade.
Agora é hora da retomada, meu caminho clama por mim e vou retoma-lo.
Já tenho rumo certo.
Muita coisa aconteceu dentro de mim, em mim e para mim. Minha gratidao é latente! A vida festeja meu existir, assim como saboreio sua necessidade.
Cresci mais um pouquinho.
Doeu outro tanto...
Conheci gente, vi lugares e coisas, e me vi em tudo isso e muito mais.
Sou amante incorrigível da vida, e agora de braços dados vamos (a vida e eu) por aí. A felicidade nos convida a si própria.

Viva e deixa viver.

Amor à todos

Beijos na alma

PS1: Não se deve deixar assuntos pendentes... eles nos perseguem depois...
PS2: A música pode parecer que não tem a ver com a postagem... Mas se você ler isso, e entender que é de você que estou falando, também entenderá a música...
PS3: Desejo que ainda haja coragem...

Para todos, meu amor sincero!!