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11 de fev de 2012

Explicado em verso e prosa.



Eu dei uma trégua ao silencio.
Deixei ele pousar aqui no meu peito, se instalar por um tempo e não dizer nada.

Eu me entreguei!
Ao trabalho com total frenesi, aos livros, a boa musica, as cores, ao chocolate e ao vinho suave.
Um pouco pra ocupar a mente, e permitir que o silencio nada falasse.

Eu me ausentei!
Dos serviços domésticos, das questões estéticas, das leituras de revistas e dos jornais da TV aberta.
Não, não foi por relaxo.
Era repouso e um pouco de esculacho.

Eu abdiquei!
Dos amigos *menos amigos*, dos parentes, de eventos, das compras (mantive as de sapatos, não resisto.), das novelas, das musicas bregas (detesto mesmo, quase todas), da hipocrisia e de uma visão parcial.
Chega de males NÃO necessários.

E eu repensei!
Decisões, atitudes, palavras (ditas ou não), conceitos, regras e limites.

Não chorei, já havia secado o tempo.
Não reclamei, já havia sacado o momento.

E vou deixando fluir o sentimento, vou deixando o silencio ficar; hora me odeio, hora me adoro e vou me perdoando quando acho necessário.
Pareço estranha, mas são só pensamento que se encontram.

E de resto esta como sempre foi.
Tenho sapatos azuis, um kit novinho de sombras, esmalte roxo e cabelos vermelhos.
E é assim que vou seguindo meu caminho.

Ao silencio: que fique aqui e não diga nada!
Ao destino: que siga, que se faça!
Ao amor: que seja, permaneça!
Ao futuro: que pretenda, aconteça!

E de resto, deixo apenas ser.

Amor a todos
Beijos na alma.

2 comentários:

Anônimo disse...

Eu amei!
Amei saber de vc, nesse universo que é vc.
Sempre consigo ouvir falando cada uma dessas palavras...

Sinto mts saudades de vc.

Te amo muito.
Nathy

João Rocha disse...

Olá,grande blogueira.

Prazer em te conhecer.Gostei do seu blog,que é criativo, insinuante.Quero te seguir.Siga-me
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não, indique-me a seus amigos.Tá?
Vou aguardar a tua visita.Grande
abraço. João Rocha